A influência do mobile no varejo para o aumento das vendas

A influência do mobile no varejo para o aumento das vendas

 

influência do mobile no varejo
influência do mobile no varejo

Comprar pelo e-commerce ou através de aplicativos deixou de ser uma novidade e se tornou comum para a maioria da população, por isso, continuar criando estratégias de venda sem considerar o mobile, como novo canal de venda, é um erro indiscutível.

Segundo uma pesquisa realizada pela Anatel, no mês de janeiro o país somava mais de 236,5 milhões de linhas móveis e, se comparado com a quantidade de habitantes (segundo o IBGE, a população é de aproximadamente 207 milhões), podemos dizer que o país contabiliza mais aparelhos celulares do que pessoas.

Se pararmos para pensar nesse cenário, o comportamento do consumidor com relação a como ele realiza suas compras mudou. Se antes existia uma relação unilateral, agora o consumidor tem o poder de realizar uma compra enquanto navega na internet do seu aparelho móvel e pensar em estratégias, considerando essa nova era é essencial para garantir oportunidades de novas vendas.

 

O mobile é o novo canal de venda

Se há alguns anos ter apenas um canal de venda era suficiente, hoje é a forma mais rápida de perder grandes chances de negócios, pois o consumidor está mais dinâmico e consequentemente mais exigente, ele quer ter opções que supram todas as suas necessidades e ignorar esse comportamento reduzirá as chances de atuação no mercado e impactará diretamente nas vendas.

 

Há diversas formas de marcar presença digitalmente, veja alguns canais estratégicos para atuar online:

 

E-commerce: um dos principais canais de comércio, o e-commerce é qualquer tipo de negócio ou transação comercial que depende de transferência de informação via internet, computador, tablet, smartphone e qualquer outro tipo de equipamento eletrônico.

Exemplo: Magazine Luiza, Netshoes, Saraiva e Amazon    

 

Marketplace: esse tipo de negócio funciona como um grande shopping online, o ambiente reúne diversos sellers (lojistas) para vender mercadorias das mais variáveis naturezas. Essas vendas podem ser totalmente gerenciadas pelo marketplaces ou não, depende de qual tipo o lojista escolher para atuar.

Exemplo: Extra, Submarino, Dafiti e Americanas

 

M-commerce: trata-se do mobile commerce ou comércio via aparelho celular, normalmente por meio de aplicativos especializados. Ainda há pouca demanda nesse tipo de negócio, mas a previsão é que se torne uma opção bastante promissora até 2019, seja por vendas em aplicativos ou websites.

Além das modalidades acima o lojista também pode tirar vantagem do uso do mobile criando comunicações com o cliente via whatsaap, e-mails estratégicos com promoções, descontos e muito mais.

 

Mas cuidado! É importante ter cautela ao abordar o cliente com esse tipo de comunicação, para não gerar incomodo.

 

É fato, o mobile é um novo canal de venda e grandes empresas varejistas já perceberam essa tendência, a Riachuelo recentemente lançou seu e-commerce, outra loja que ampliou sua presença online foi o Magazine Luiza, que através do seu aplicativo criou ofertas especiais com frete grátis para incentivar o uso do aplicativo e evitar que o cliente o delete. A Pernambucanas também já disponibilizou seu aplicativo com diversos recursos, como por exemplo: cupons de desconto exclusivos, para serem usados no próprio aplicativo ou lojas físicas; localizador de lojas, alertas de novidades das coleções e ofertas personalizadas, etc.

O mercado do varejo está cheio de grandes empresas apostando em estratégias para o mobile. O que deixa as empresas de pequeno e médio porte se perguntando se também devem apostar ou se o custo para se fazer presente nesse canal é muito salgado.

Na verdade, esse não pode ser um fator crucial para que esses empresários decidam não se adaptar, pois o mercado está cheio de opções com preços viáveis para obter um aplicativo, criar um e-commerce ou atuar no marketplace.

Em vista disso, a empresa deverá estudar as opções disponíveis que melhor atendem as necessidades do negócio e então, adaptar sua loja ao modelo mobile que mais convém.

As empresas que se adaptarem ao uso do mobile poderão além de alcançar novos clientes, criar estratégias para levar o consumidor até a loja física, garantindo que os canais não se tornem competitivos entre si, mas que possam ser um facilitador para alavancar as vendas.

Outro fator importante quando falamos em mobile é a interface dos aplicativos e websites. O consumidor busca agilidade e praticidade e se o seu site ou aplicativo é difícil de navegar ou pior, se possui um layout tão pesado que demora uma vida para abrir, com certeza ele não continuará navegando a ponto de finalizar uma compra.

 

Portanto, é imprescindível otimizar ou adotar um layout que seja responsivo (se adapta em diferentes tipos de tela) para que o cliente consiga explorar todas as opções do site sem nenhum tipo de intercorrência, pois dessa forma ele terá uma experiência positiva e com toda a certeza comprará novamente quando necessário.

 

Conclusão

Não podemos esquecer que o consumidor é omnichannel, ele navega em diferentes sites até decidir fechar a compra e, justamente por este motivo é que o lojista precisa criar estratégias para atrair esse consumidor e, se fazer presente no ambiente mobile é mandatório para continuar no mercado.

A forma de consumir mudou, o consumidor busca o tempo todo agilidade, praticidade e mobilidade, entender todas essas necessidades é vital para proporcionar experiências novas e positivas para o consumidor.

As empresas que não enxergarem essa mudança imposta pelo uso do mobile e não de adaptarem, com o passar do tempo, perderão competitividade, clientes, não conseguirão atingir novos públicos e deixarão de existir.

 

Sua empresa já está se adaptando as mudanças ou está perdendo tempo?

 

 

Autor: Joyce Alcântara.

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