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Bitcoin torna-se opção de pagamento em e-commerces brasileiros

Em novo artigo para a Revista Costura Perfeita, Samuel Gonsales, Chief Product Officer da Millennium fala a respeito da aceitação da bitcoin nos e-commerces brasileiros. A edição 102 da revista aproveita o gancho da edição anterior para apresentar dois artigos falando sobre a usabilidade da bitcoin, a moeda digital criada há mais de 9 anos que está chamando a atenção do mercado.

 

 Acompanhe a matéria na integra: 

Pegando o gancho da edição anterior (Costura Perfeita 101 – janeiro/fevereiro), que tratou de blockchain, bitcoin e criptomoedas na seção Tecnologia, é fundamental compreendermos os impactos desse novo modelo de pagamento de compras no e-commerce.

 

Para os que ainda estão se acostumando com o assunto, o bitcoin é uma moeda que pode ser comparada com o real, aqui no Brasil, ou com o dólar. Embora seja uma moeda, tem algumas diferenças, por exemplo, o fato de não ter representação física – como notas e moedas –, pois é 100% digital. Outra diferença básica é que o bitcoin não é regulado por um Banco Central; uma terceira e última diferença é que o bitcoin é armazenado em carteiras virtuais em vez de bancos convencionais.

 

Assim como qualquer outra moeda estrangeira, é possível checar o câmbio da moeda digital em relação ao real, ao dólar ou a qualquer outra moeda, para aferir sua valorização e desvalorização. A valorização do bitcoin em 2017 foi tão expressiva, saindo de R$ 4 mil em janeiro para mais de R$ 50 mil em dezembro,     que chamou a atenção de todos os mercados. Cabe ressaltar ainda que o modelo de transação de bitcoins é diferente de todo o atual sistema financeiro. Para a intermediação, por exemplo, é cobrado em geral 1% sobre as transações e, em alguns casos, não se cobra absolutamente nada, diferentemente das transações bancárias e dos cartões de crédito, que possuem taxas cada vez mais caras.

 

Embora haja muita controvérsia em torno do assunto, nos últimos seis meses o bitcoin passou por cenários de crescimento acelerado e alta valorização, com consequente queda e estabilização no início de 2018. Há muitas especulações de retomada de crescimento para o segundo semestre de 2018.

 

Ainda não existem regulamentações específicas para o assunto, mas há muitos especialistas em investimentos demonstrando empolgação com as possibilidades da nova moeda.

 

Diante disso tudo e da motivação de que todas as transações geram lastros no sistema, evitando fraudes, a ideia de aceitar bitcoin no comércio eletrônico começou a ganhar força. Já existe até um site – www.coinmap.org – em que é possível identificar no mapa a concentração de estabelecimentos que aceitam bitcoins. Há também outro site – www. negociecoins.com.br/lojas-aceitam-bitcoins –, no qual se pode encontrar lojas virtuais, dos mais diversos segmentos, que aceitam a moeda.

 

Para suportar as transações no e-commerce utilizando bitcoins, os principais intermediários (gateways de pagamento) já estão se adaptando ao novo cenário; no Brasil, já surgiram os primeiros gateways que processam bitcoins nativamente: www.redecoin.com e  www.pagcoin.com.

 

Inovando no segmento de moda, a marca carioca Reserva passou a aceitar o bitcoin como forma de pagamento em janeiro deste ano (detalhes do modelo adotado podem ser vistos neste link: www.usereserva.com/bitcoin).

 

Ainda ouviremos muito sobre o assunto e não há como determinar o futuro, principalmente pela falta de regulamentações específicas. No entanto, os que estão operando com a moeda digital garantem que ela melhora o sistema financeiro mundial, não é só um modismo.

 

Veja abaixo o artigo publicado na revista:

 

costura-perfeita 102 

 

Artigo publicado originalmente no site da Revista Costura Perfeita.

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