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Wearables: como a tecnologia de vestir pode favorecer os negócios

Wearables: como a tecnologia de vestir pode favorecer os negócios

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Abotoadura com tecnologia wearable

 

 

Eles não são nenhuma novidade no mercado, mas ganharam a atenção do mundo corporativo recentemente. A ideia de vestir tecnologia parece inalcançável para você? Pois é, chegamos lá.

Os famosos smartwatches são os dispositivos mais conhecidos quando o assunto é tecnologia vestível ou, melhor dizendo, quando o assunto é wearables.

Esses dispositivos, ao contrário do que muita gente pensa, vão além das funcionalidades do Apple Watch (relógio inteligente criado pela Apple para que seus usuários pudessem acessar os aplicativos compatíveis presentes em outros dispositivos móveis da marca). Eles prometem entregar comodidade não só no dia a dia de seus usuários, mas também para o mundo corporativo.

Quer entender que papo é esse de usar wearables a favor do seu negócio? Então, continue sua leitura, esperamos que aproveite o máximo das informações presentes nesse artigo. Boa leitura!

 

Weara… o que?

Como a própria palavra já diz, wearable significa “vestível” ou como chamamos aqui no Brasil: tecnologias vestíveis. Para todo e qualquer equipamento eletrônico que é orientado por um processador próprio e que pode ser usado como roupa ou acessório damos o nome de wearable.

Pense em um computador, ele é um dispositivo inteligente capaz de desenvolver uma excelente performance, e se você tivesse um computador na sua pulseira, no seu anel, na sua jaqueta, nos seus óculos, em qualquer acessório ou roupa?

No mercado ouve um boom com relação aos relógios e pulseiras, eles correspondem a 95% das vendas de wearables de acordo com essa matéria publicada no site da Forbes, mas existem outros acessórios surgindo como veremos a seguir.

 

Tipos de wearables presentes no mercado

Pulseiras: assim do surgimento desses dispositivos, os bancos lançaram suas próprias versões de wearables para facilitar as transações de pagamentos sem dinheiro “vivo”. As pulseiras são de silicone, a prova d’água e funcionam com sistema de aproximação, portanto para efetuar o pagamento o usuário só precisa aproximar a pulseira da maquininha.


Relógios:
são relógios inteligentes que se assemelham muito com smartphones, pois o usuário pode acessar aplicativos de música, saúde e bem-estar, agenda, atender chamadas de voz, entre outras funções que vai depender muito do modelo do dispositivo e da marca. Os mais conhecidos são: Apple Watch – Apple, Gear – Sansung, Moto 360 – Motorola e o Smartwatch – Sony.

 

Óculos: um dos wearables mais incríveis já lançados é o Google Glass, um óculos de realidade aumentada que permite que o usuário faça ligações, grave vídeos, acesse o GPS, tire fotos por comando de voz, envie mensagens instantâneas, navegue na internet, traduza qualquer idioma em tempo real, entre outras funções e, além disso, possui dois tipos de conectividade que pode ser por via Bluetooth ou Wi-fi.

 

Roupas: no cenário da moda os wearables ainda estão bastante limitados a saúde e fitness, eles tendem a monitorar sinais vitais do usuário, como a frequência cardíaca e respiratória, temperatura, padrões de sono, calorias queimadas de acordo com a intensidade da atividade física que foi desempenhada e, em alguns casos as roupas se adaptam a temperatura do usuário. Nessa mesma linha ainda tem alguns wearables bem curiosos, por exemplo: luvas que permitem atender ligação sem pegar o smartphone, fones de ouvidos acoplados aos cordões do agasalho e abotoaduras que viram pen drive.

 

Benefícios para os negócios

Os wearables agregam grande vantagem competitiva para os negócios, pois a conectividade presente nesse dispositivo gera uma valiosa fonte de informação sobre seus usuários. Nesse sentido, as empresas conseguem mapear desde a posição geográfica até suas preferências pessoais e com esses dados definir estratégias para atingir o público alvo.

Os wearables ainda podem ser grandes aliados das empresas para suporte a tomada de decisão, pois com base em todos os dados que esses dispositivos geram as organizações conseguem informações de todos os tipos que poderão ser usadas para alcançar as metas.

A partir do uso desses dispositivos as empresas conseguem melhorar a experiência de compra do consumidor que é uma das grandes estratégias da Omniera e, além disso, ambas as partes se beneficiam, empresa e consumidor, a primeira consegue pensar em estratégias para melhorar as vendas e adquirir vantagem competitiva e a segunda recebe uma experiência positivamente inesquecível.

Há inúmeros setores que podem se beneficiar do uso dos wearables desde a área da saúde, para que o próprio paciente consiga monitorar e controlar qualquer intercorrência nos sinais vitais até o varejo que pode tornar as compras mais fáceis e também melhorar a logística através do processo de picking e triagem de mercadorias com auxílio do Google Glass.

São muitos desdobramentos e apesar da tecnologia não ser relativamente nova (ela começou a fazer parte do mundo corporativo recentemente), ainda é um cenário que precisa ser estudado e mapeado com cuidado.

Nesse sentido, existem algumas questões que a empresa precisa considerar quanto ao uso desses dispositivos, a saber:

 

  • Ele vai agregar valor ao negócio?
  • Faz sentido para a estratégia empresarial?
  • Tem uma política de segurança para uso dos dados coletados?
  • Se necessário, tem um plano de treinamento?

 

Responder as essas questões é importante para que a empresa no primeiro momento consiga identificar se é viável adotar esses dispositivos para potencializar a tomada de decisão dos negócios.

 

É seguro?

Existe uma discussão em torno da usabilidade desses dispositivos quanto a segurança devido ao fato de que as pessoas estão cada dia mais preocupadas com a forma como seus dados pessoais são utilizados pelas empresas.

Recentemente acompanhamos várias polemicas sobre vazamento de dados por empresas que vão de startups até grandes corporações e inclusive multinacionais. Nesse sentindo é natural que as pessoas se assustem e fiquem receosas quanto ao uso desses dispositivos.

Então, cabe aqui uma ressalva importante:

Quando falamos de tecnologias que lidam diariamente com dados particulares de seus usuários – como é o caso do wearable – algumas diretrizes com relação a coleta e tratamento de dados precisam ser avaliadas pela empresa.

Recentemente foi estipulada pela LGPD (Lei geral de Proteção de Dados) regras para a coleta, armazenamento e tratamento de dados, portanto é importante verificar a lei para melhorar a experiência da empresa e também do próprio cliente.

 

Conclusão

Wearables no mundo corporativo é um cenário pouco explorado, mas a tendência é que a tecnologia faça parte da rotina empresarial para auxiliar principalmente na tomada de decisão e na experiência do usuário, proporcionando comodidade e inovação.

 

E você o que acha desse tipo de tecnologia que lida diretamente com dados dos usuários?

Comente sua opinião com a gente, e se você gostou desse artigo não se esqueça de compartilhar, ele pode ser interessante para mais alguém. ;)

 

Autor: Joyce Alcântara. 

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