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Economia colaborativa: conheça essa tendência sustentável

economia colaborativa

As transformações no mercado são intensas e constantes, mas já reparou que o processo parece ter se intensificado a partir dos anos 2000? Uma tendência que evidencia esse cenário é a economia colaborativa, uma modalidade socioeconômica que vem ganhando notoriedade e impactando os empreendedores mais conservadores.

Neste artigo, vamos entender como o seu negócio também pode utilizar essa metodologia ao exemplificar o seu significado e real extensão. Além disso, apontaremos os benefícios competitivos que a adoção da economia compartilhada pode trazer e dar dicas de como aplicá-la em sua empresa. Veja!

O que é economia colaborativa?

Dependendo da circunstância, esse recurso econômico também é chamado de consumo compartilhado e comércio colaborativo. O intuito é que todos os envolvidos, empresários, colaboradores, clientes e fornecedores, possam tirar proveito desse modelo.

Portanto, é uma ferramenta econômica focada na colaboração mútua entre empresas e consumidores, fazendo-os compartilhar mercadorias e serviços com outras pessoas, físicas ou jurídicas. Isso ameniza a necessidade (ou impulso) de compra para atender a uma demanda específica.

O aplicativo Uber é um bom exemplo. Os usuários se cadastram como motoristas e recebem por transportar os passageiros do app. Tudo é feito de forma prática e intuitiva em prol de interesses em comum: economia e praticidade.

Já um exemplo corporativo é o coworking, que envolve escritórios compartilhados por vários empreendimentos e equipes. Assim, cada empresa economiza com as despesas do mês (água, aluguel, energia elétrica, internet etc.) e ainda convivem em um ambiente propício para a troca de experiências e fechamento de parcerias.

Vale mencionar que a economia colaborativa é baseada em três pilares.

  • compartilhamento de atividades (serviços): é quando o indivíduo evidencia a sua necessidade, mas não compra o produto para atendê-la, pois existem outras formas de suprir a demanda sem que seja preciso adquirir mais uma mercadoria;
  • estilo de vida compartilhado: é ter o hábito de compartilhar habilidades, recursos e serviços com o próximo;
  • redistribuição de mercado: é a aplicação de princípios de reutilização e reciclagem para diminuir o consumo exagerado. Quando um item não é mais necessário é direcionado para outra pessoa que precisa dele.

Tudo isso parece problemático em relação ao conceito da economia de consumo, mas o fato é que a modalidade colaborativa ajuda no crescimento e reconhecimento de marcas do mundo todo, pois os consumidores estão cada vez mais conscientes e tecnológicos.

Por que a economia colaborativa é uma tendência?

Porque tem tudo a ver com medidas ecologicamente corretas que estão enraizadas na sociedade e no mercado. Abraçar a sustentabilidade é a melhor forma de conservar recursos naturais, ter uma vida simples e um convívio mais próximo com a comunidade.

Todo esse pensamento surgiu em 5 de junho de 1972, data em que foi realizada a 1ª Conferência da ONU sobre o Meio Ambiente. Foi essa a data escolhida para celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente e sensibilizar as pessoas para a necessidade de conservar a natureza. E isso tem relação com a prática da economia colaborativa.

A seguir, conheça os benefícios que esse recurso socioeconômico pode trazer no âmbito empresarial.

Redução de preços

O fator preço é um dos maiores destaques para empresas que adotam esse modelo econômico. Afinal, é possível ter uma maior oferta de mercadorias e serviços graças ao surgimento de instituições que também adotam o sistema colaborativo.

O exemplo mencionado sobre compartilhamento de escritórios é uma forma de diminuir gastos e estabelecer parcerias com outros empreendimentos. Uma empresa de contabilidade compartilhando escritório com uma de marketing pode firmar parcerias mútuas a valores bem competitivos, melhorando a performance e os resultados dos dois negócios.

Economia imediata

Nesse modelo tudo funciona com rapidez na hora de negociar produtos e serviços entre empresas. Essa colaboração também pode acontecer entre os próprios colegas de trabalho. Por exemplo, um funcionário precisa de um laptop mais potente, mas não tem condições de adquirir um novo. No entanto, existe um colega que tem um PC em bom estado e que deseja trocá-lo por outro item que tenha um valor similar.

Maior interação entre os colaboradores

Pegando gancho no tópico anterior, podemos observar que a economia compartilhada favorece a interação entre os colaboradores. Pode ser que um integrante do administrativo esteja negociando com alguém do departamento jurídico, promovendo trocas de experiência valiosas.

Além disso, o seu time pode encontrar hobbies saudáveis em comum, como caminhadas, pedaladas e exercícios ao ar livre, motivando outros membros e deixa o clima organizacional mais propício e saudável.

Como se tornar uma empresa colaborativa?

Essa conduta econômica se baseia tanto na troca de produtos, serviços e conhecimentos quanto em oportunidades competitivas de crescimento mercadológico. Veja como implementá-la na sua empresa:

Utilize o recommerce na empresa

Também chamado de recomércio ou comércio reverso, o recommerce é a comercialização de itens de segunda mão. Ele permite que a empresa revenda um produto pela internet, do mesmo modo como se compra.

OLX, eBay, Enjoei e Mercado Livre são algumas das plataformas mais favoráveis para aplicar essa demanda, movimentando inúmeras mercadorias que corporações e pessoas desejam passar adiante. Por meio do mercado de seminovos é possível resgatar a utilização dos produtos, além de praticar o consumo sustentável.

Firme parcerias duradouras

O relacionamento de longo prazo fortalece uma colaboração entre companhias. Dessa forma, todos atuam em conjunto para garantir vínculos duradouros também com os consumidores, pois trocam feedbacks valiosos sobre como oferecer experiências memoráveis ao público. Portanto, firme uma relação ganha-ganha com seus parceiros para obter os melhores resultados.

Implemente o crowdsourcing

O crowdsoursing é útil para encontrar indivíduos especializados em solucionar problemas específicos ou desafios organizacionais. O detalhe é que essas pessoas podem ser tanto profissionais quanto o próprio cliente que consome os produtos da companhia, estabelecendo uma verdadeira teia colaborativa. Nesse sentido, selecione as pessoas que apresentam funcionalidades inteligentes e embasadas em ações sustentáveis e econômicas.

Pratique o crowdfunding

O crowdfunding é uma vaquinha coletiva feita por meio de plataformas online, com captação de recursos para executar projetos ou lançar produtos. Esse modelo é muito usado por startups que não têm valores em caixa para iniciar o investimento.

Nesse sentido, a sua empresa pode executá-lo visando transformar clientes (e potenciais compradores) em investidores. Para isso, realize uma campanha de descontos, benefícios e fidelizações para retribuir a quantia investida na sua empresa e gerar engajamento.

Viu só como a economia colaborativa pode inovar a atuação do seu negócio por meio da sustentabilidade socioeconômica? Nela, o empoderamento do consumidor é fundamental para deixá-lo ainda mais satisfeito com seus produtos e serviços.

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